Atendimento:

8:00 - 18:00

Ligue:

(82) 3336-4247

Entenda como funcionam os benefícios fiscais

Para abrir uma empresa, é fundamental que o empreendedor tenha clareza de seus objetivos, metas e realize uma análise de mercado. Isso exige:

– Criação de um modelo de negócio;

– Estabelecimento de cronogramas;

– Resolução de problemas burocráticos;

– Realização de um Planejamento Orçamentário e Tributário.

O Planejamento Tributário é um mecanismo utilizado pela empresa para possibilitar a redução da sua carga tributária, por meios legais, tornando-se indispensável, por permitir que a instituição se organize e encontre um modo de aproveitar todos os incentivos fiscais disponíveis.

Através do incentivo fiscal, o Estado oferece uma condição diferenciada a uma empresa, com o intuito de atraí-la e, assim, promover a movimentação da economia, por meio da geração de emprego e renda.

O que são os benefícios fiscais?

Os benefícios fiscais são ofertados pelo governo, nas esferas federal, estadual e municipal. Também existem os incentivos setoriais, que beneficiam uma empresa pelo espaço geográfico em que está inserida, que podem ser assegurados através da:

– Dedução;

– Compensação;

– Eliminação;

– Isenção;

– Entre outros modelos de redução de carga tributária.

Quando uma empresa é contemplada por algum desses formatos, precisa destinar uma parcela dos impostos, que seriam pagos ao Governo, à projetos de cunho social.

Primeiramente, a empresa deverá averiguar em qual dos regimes tributários se enquadra, que podem ser o Lucro Real, o Lucro Presumido e o Simples Nacional. Para isso, é preciso levar em consideração:

– Faturamento anual;

– Despesas operacionais;

– Serviços tomados pelo negócio;

– Margem de lucro;

– Despesas com folhas de pagamento;

– Dentre outros itens.

Como funcionam os incentivos?

Incentivos federais estão disponíveis para empresas encontradas em qualquer lugar do Brasil. Para ter acesso aos benefícios, o pré-requisito básico é que o negócio seja tributado pelo regime de Lucro Real.

Entre os impostos federais com o maior índice de alíquota reduzida, podemos destacar o IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica), CSLL (Contribuição Social pelo Lucro Líquido), IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), PIS (Programa de Integração Social) e o COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).

Benefícios fiscais cedidos pelos governos estaduais estão restritos às empresas localizadas em cada uma das unidades federativas.

Cada estado é autônomo para decidir como fazer o rompimento dos incentivos e quais serão as regras aplicada. Como exemplo podemos citar o Programa de Incentivo ao investimento pelo fabricante de produtos da indústria de processamento eletrônico de dados (Pró-Informática) do estado de São Paulo, o Programa de Desenvolvimento da Empresa Catarinense (Prodec) do estado de Santa Catarina e o ProAC-ICMS, uma modalidade de programa de fomento paulista que funciona por meio de patrocínios incentivados e renúncia fiscal.

Assim como os benefícios estaduais, os incentivos fiscais municipais são determinados pelas administrações das cidades, que podem ser conferidos pela Secretaria Municipal da Fazenda. Um dos exemplos mais clássicos desse tipo de incentivo é o abatimento no valor do IPTU.

Além das áreas de atuação que serão destinados aos fundos, existem outros fatores que diferenciam cada um, como o tributo usado para o abatimento, o teto percentual que poderá ser destinado para algum fim e a dedução máxima prevista por lei.

Influência dos incentivos fiscais no orçamento da empresa

A quantidade dos tributos pode, de fato, ter impacto nas finanças de uma empresa, daí a necessidade de ficar atento e aproveitar o máximo de benefícios fiscais. Uma administração eficiente do custo tributário pode representar a sobrevivência de muitas empresas e deve começar na elaboração do orçamento.

Um Planejamento Tributário sólido e de acordo com as estratégias do negócio reflete diretamente no sucesso da empresa, pois reduz os custos, sem interferência na qualidade do produto ou serviço prestado.

Além de controlar o fluxo de caixa, tendo em vista que o pagamento de tributos pode ser feito de várias maneiras após o recebimento de venda. Também contribui para a escolha adequada do regime tributário, aumenta a competitividade da empresa e reduz a chance de autuações fiscais.

Como não existem custos para esse tipo de operação, essa é uma boa saída para as empresas e, conforme já citado, a obtenção de um incentivo beneficia positivamente a imagem de um negócio.

Quando se trata de crescimento e consolidação de uma empresa, os incentivos fiscais são muito bem-vindos, principalmente quando se refere aos mecanismos que auxiliam no desenvolvimento do mercado.

Quais são os direitos do trabalhador temporário?

A modalidade temporária não é estabelecida com a intenção de empregar este funcionário de maneira fixa, mas sim de cobrir uma demanda imediata da empresa utilizadora.

O trabalho temporário é aquele prestado por um indivíduo contratado por intermédio de uma agência de trabalho temporário, para atender à necessidade transitória da empresa utilizadora que pode ser de substituição de pessoal ou demanda complementar de serviços.

O contrato de trabalho temporário é regido pela Lei 6.019/74 e regulamentado pelo Decreto 10.060/2019, razão pela qual apresenta particularidades diferentes da contratação na CLT. A modalidade temporária não é estabelecida com a intenção de empregar este funcionário de maneira fixa, mas sim de cobrir uma demanda imediata da empresa utilizadora. Os direitos do trabalhador temporário são conferidos pelas Agências de Trabalho Temporário.

Segundo levantamento da Employer RH, o percentual de trabalhadores temporários que são efetivados na empresa Utilizadora é de até 25% em tempos normais da economia, podendo chegar a 15% em períodos de crise. A contratação de empregados temporários deve seguir o disposto na legislação específica (Lei 6.019/74 e Decreto 10.060/2019) e garantir ao temporário os direitos descritos abaixo:

• Quando contratado, o trabalhador temporário deve receber a remuneração equivalente àquela recebida pelos empregados da mesma categoria da empresa Utilizadora. Além disso, o pagamento de férias deve ser proporcional;

• A jornada de trabalho deve ser no máximo 8 horas diárias, podendo ter duração superior a 8 horas caso a empresa Utilizadora adote uma jornada de trabalho específica;

• Recebimento de férias proporcionais ao período de trabalho acrescido de adicional de 1/3;

• Descanso semanal remunerado;

• Adicional por trabalho noturno de no mínimo 20% em relação ao diurno, além da jornada reduzida;

• Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, na forma prevista em lei;

• O trabalhador temporário tem o direito também, ao seguro contra acidente que possa vir ocorrer durante o trabalho;

• Proteção previdenciária nos termos da legislação.

A Lei nº 6.019/74 assegura ao trabalhador temporário indenização por dispensa sem justa causa ou término normal do contrato, correspondente a 1/12 avos do último salário percebido, por mês ou fração igual ou superior a 15 dias trabalhados. Entretanto entende-se que essa indenização foi substituída pelo direito ao FGTS, nos termos da Lei nº 8.036/90 e do Regulamento do FGTS, aprovado pelo Decreto nº 99.684/90.

“Além desses direitos, o trabalhador temporário faz jus à anotação do contrato de trabalho temporário em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) e todos os direitos remuneratórios previstos em normas coletivas dos empregados da empresa Utilizadora, eis que pertencem à mesma categoria”, explica Dra. Joseane Fernandes, do Jurídico Preventivo da Employer.

Fonte: https://administradores.com.br/

Afinal, quanto tempo leva para conseguir abrir uma empresa?

O interesse em abrir uma empresa no País exige bastante conhecimento e planejamento prévio, já que o processo pode ser burocrático e demorado.

De acordo com pesquisa divulgada pelo Doing Business 2019, que analisa o ambiente de negócio em diversas economias do mundo, o Brasil ocupa a 140º colocação no ranking que avalia a facilidade de se abrir uma empresa.

Segundo o relatório, o tempo médio para que seja efetivada a abertura de uma empresa no País é de 20,5 dias.

Outra pesquisa, divulgada em 2015 pelo Banco Mundial, aponta que o tempo médio para que um novo negócio esteja apto a operar no Brasil é de 107 dias.

Mas quais as razões que justificam estes prazos? Quais os processos burocráticos que estão envolvidos?

Tipo de empresa

Primeiramente, um dos aspectos determinantes que vai influenciar no prazo, diz respeito ao porte da empresa que se deseja abrir.

Um Microempreendedor Individual (MEI), por exemplo, conta com mais facilidades no processo de abertura do seu negócio.

Ele é caracterizado por poder ter o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), sendo habilitado a emitir Notas Fiscais como uma empresa, sem grandes custos ou burocracias.

O MEI pode formalizar a abertura da sua empresa de modo virtual. Toda a documentação necessária pode ser enviada pela internet, por meio do portal do empreendedor.

No espaço, que centraliza todos os procedimentos de abertura de empresa, o empreendedor encontra todas as informações e orientações que necessita para efetivar o seu negócio.

Os dados são preenchidos online e imediatamente já é possível conseguir o CNPJ, bem como a inscrição na Junta Comercial e no INSS, assim como o Alvará Provisório de Funcionamento.

Seguindo este protocolo, em um dia apenas, o empreendedor já pode obter o seu Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI). Trata-se do documento legal que atesta a existência da empresa.

É importante estar atento às normas municipais da cidade em questão, pois a legislação pode variar de município para município.

A abertura de empresas em outras modalidades, como Sociedade Empresarial Limitada (LTDA), Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) ou Empresário Individual (EI) requer um tempo mais estendido para a sua efetivação.

Este tempo vai levar em consideração variáveis como:

– Apresentação de documentação;

– Contrato social;

– Registros;

– Alvará de funcionamento;

– Dentre outros detalhes.

Etapas que precisam ser calculadas

Para que o cálculo estimado de quanto tempo é necessário para abrir uma empresa seja mais preciso, é importante analisar estes fatores.

Um contrato social da empresa precisa ser elaborado, contemplando todos os documentos do empreendedor e dos seus sócios. Pode se estimar um prazo de três dias para que toda esta documentação seja coletada.

A partir do momento em que estes documentos estejam em mãos, vai ser necessário, com exceção dos casos de MEI, se dirigir à Junta Comercial do Estado ou ao Cartório de Registro de Pessoa Jurídica para que o registro legal seja realizado.

Por meio dele, é possível dar entrada no contrato social para que o CNPJ seja obtido. Pode se estimar um prazo de sete dias para a conclusão desta etapa.

Posteriormente, o CNPJ deve ser registrado no site da Receita Federal e, na sequência, ser solicitada a inscrição municipal na Prefeitura, bem como o alvará de funcionamento.

Outros registros também poderão ser solicitados nesta etapa, fazendo com que este estágio dure por volta de 20 dias.

A flexibilização ou a extensão dos prazos vai sofrer variações a partir da localidade do negócio, do segmento da empresa e do tempo necessário para que cada órgão público envolvido analise todas as documentações.

4 dicas para conseguir capital de giro para abrir uma empresa

Um dos primeiros grandes desafios dos novos empreendedores é levantar capital de giro para iniciar um negócio.

Capital de giro é o valor que uma empresa tem para suprir suas necessidades operacionais diárias, de curto prazo, como:

– Pagar contas;

– Manutenção de estoque;

– E outros.

Ele é o resultado da diferença entre o dinheiro disponível e os valores a pagar e é essencial para a saúde financeira de um empreendimento.

Abrir uma empresa com um bom capital de giro representa segurança e espaço para crescimento no mercado.

Para os novos empreendedores, ser capaz de levantar esse recurso é uma empreitada e tanto. Separamos, a seguir, quatro dicas de como conseguir capital de giro para abrir sua empresa.

Investidores-anjos

Esse tipo de investimento consiste em uma aplicação feita por Pessoas Físicas, geralmente empresários, empreendedores e executivos experientes, em startups, com alto potencial de crescimento.

Esses investidores-anjos passam a ter uma participação minoritária do negócio, e atuam também como mentores e conselheiros para o novo empreendimento.

O objetivo da modalidade de investimento não é só fornecer o capital necessário para abrir uma empresa, como também apoiar o novo empreendedor com conhecimento, experiência e network para que o negócio seja sucesso.

Conseguir um bom investimento significa que o empreendimento vai iniciar suas atividades com um bom capital de giro.

Para fazer parte, é necessário ter um plano de negócio bem estruturado, que seja inovador e agregue positivamente na sociedade, com oportunidades de empregos e renda.

Factoring

Factoring é uma atividade financeira voltada para pequenas e médias empresas e caracteriza-se pela venda de créditos da empresa fomentada a uma empresa de factoring.

Basicamente, o negócio vende seus créditos, conseguidos com vendas a prazo, e recebe o dinheiro de forma imediata, melhorando o fluxo de caixa.

Finalidades básicas do factoring são fomentar e auxiliar o pequeno e médio empresário a solucionar seus problemas diários.

Aporte financeiro de um sócio

Aporte significa subsídio ou contribuição. Conseguir um sócio que possa destinar um investimento para o capital de giro da empresa pode ser vantajoso em diversos aspectos.

O aporte do sócio é rápido, sem muitas burocracias e, dependendo do acordo, não é necessário o pagamento de juros.

Crowdfunding

Atualmente, o termo está se popularizando cada vez mais. Trata-se de uma espécie de financiamento coletivo, como uma “vaquinha online”, por meio de plataformas colaborativas.

Para empresas, o financiamento funciona como um sistema de troca, onde a pessoa que está em busca do investimento oferece benefícios aos seus possíveis investidores, como o produto final antes do lançamento, ou como um empréstimo, em que o empreendedor devolverá o dinheiro após um período determinado.

Geralmente, o crowdfunding não é utilizado para manter as operações diárias de um empreendimento.

Porém, é possível usufruir desse modelo de financiamento como forma de arrecadar os fundos necessário para começar a sua empresa e, assim, garantir um bom capital de giro de início.

Vale lembrar que o planejamento financeiro é fundamental para garantir o sucesso de seu novo empreendimento. Estruture bem o seu plano de negócio e avalie as melhores opções.

Como continuar empreendendo em meio a crise econômica

A pandemia do novo coronavírus afetou fortemente a economia e a crise já pode ser sentida em diversos setores numa escala global. Contudo, é possível sim continuar empreendendo mesmo diante da crise econômica.

Ainda que a renda da população tenha diminuído e a retração na economia seja inevitável, o avanço tecnológico vem possibilitando que muitos negócios se mantenham funcionando e continuem produzindo mesmo com toda essa crise.

Veja neste artigo dicas de como continuar empreendendo em meio a crise econômica e saiba como passar por esse momento de turbulência:

Revise seu planejamento e seu modelo de negócio

Se você está em fase de planejamento da sua empresa, é interessante fazer algumas adequações no seu plano de negócio. Ou seja, rever aquilo que seria aplicado e tentar adaptar para o atual cenário econômico.

Vamos supor que você iria abrir uma empresa no ramo de alimentação. Mesmo diante da crise, empresas desse segmento estão conseguindo faturar. Desse modo, em vez de adiar a abertura em virtude da impossibilidade de atrair clientes no estabelecimento físico, seria interessante ao menos iniciar as operações fazendo as entregas via delivery.

Para se ter uma ideia, até mesmo empresas de pequeno porte estão ajustando seu modo de atendimento via aplicativos de mensagens e delivery para entregas das compras dos clientes. Ou seja, a crise obrigou as empresas a se adaptarem a uma nova realidade.

O que deve ser considerado neste exemplo é não se limitar aos empecilhos causados pela crise, mas sim encontrar soluções criativas e eficientes para que seu negócio possa funcionar.

Perceba o que está em alta e agregue valor ao seu negócio

Como mencionado acima, diversos segmentos estão conseguindo faturar mesmo com a crise. Sendo assim, é interessante pesquisar o que está em alta neste momento de crise e tentar implantar no seu negócio. Veja alguns exemplos:

  • Comércio eletrônico;
  • Delivery;
  • Atendimento virtual;
  • Omnichannel;
  • Home Office;
  • Sistemas de automatização;
  • Marketing Digital;
  • Entre outros.

Algumas dessas práticas que estão em alta neste momento são tendências que já vinham em ascensão antes mesmo dessa crise. Ou seja, sua empresa pode apostar nesses modelos como diferenciais para o seu negócio e ganhar competitividade quando as coisas se normalizarem.

Ajuste o seu orçamento para a realidade atual

O momento de crise nos obriga a tomar decisões. Por isso, é importante estar atento a tudo que envolve a gestão financeira e ajustar o orçamento as condições atuais do negócio. Não dá pra manter o mesmo orçamento quando a demanda pelos produtos ou serviços da empresa vem caindo.

O ideal é ir ajustando conforme a realidade do negócio e tentar superar a crise sem muito endividamento. Cortar gastos é essencial neste momento, pois a crise é algo que atinge a economia como um todo e não somente um segmento ou um grupo de empresas.

Use as linhas de crédito do governo

Por fim, se o seu negócio enfrenta dificuldades e não há como sobreviver por muito tempo, uma boa ideia é avaliar o uso das linhas de crédito oferecidas pelo governo para o enfrentamento da crise. Esse dinheiro pode servir como capital de giro e cobrir despesas emergenciais do seu negócio.

A tendência é que as coisas comecem a se normalizar gradativamente. Por isso, vale a pena fazer os esforços que forem necessários neste momento para que a empresa possa superar este momento difícil da melhor maneira possível.

Vai abrir uma empresa? Confira por que você precisa de um plano de negócios!

Se você está iniciando uma empresa, não faltam conselhos sobre as etapas a serem seguidas, tais como registrar o nome da empresa, obter um ID fiscal, decidir sobre a estrutura da empresa e solicitar as permissões e licenças necessárias. Embora essas sejam todas etapas muito importantes a serem seguidas, um plano de negócios será central para como você inicia, cresce e desenvolve seus negócios.

Um plano de negócios é uma ferramenta escrita sobre a sua empresa que projeta de 3 a 5 anos à frente e descreve o caminho que sua empresa pretende seguir para ganhar dinheiro e aumentar a receita. Pense nisso como um projeto vivo para o seu negócio, e não como um documento único. Divida-o em mini planos, um para vendas e marketing, um para precificação, outro para operações e assim por diante.

Separamos abaixo três motivos pelos quais você não deve deixar um plano de negócios de lado. Confira agora e apaixone-se pela ideia!

Isso ajudará você a direcionar seus negócios à medida que inicia e cresce

Pense em um plano de negócios como um GPS para impulsionar seus negócios. Um bom plano de negócios orienta você em cada estágio de início e gerenciamento de seus negócios. Você usará seu plano de negócios como um GPS para estruturar, executar e expandir seus novos negócios. É uma maneira de refletir e detalhar todos os elementos principais de como sua empresa será administrada.

Sem contar que não há maneira certa ou errada de escrever um plano de negócios. Você pode escolher um formato de plano que funcione melhor para você. O importante é que seu plano de negócios atenda às suas necessidades. A maioria dos planos de negócios se enquadra em uma de duas categorias comuns: inicialização tradicional ou enxuta.

Isso ajudará você a alcançar marcos de negócios

Um plano de negócios bem pensado ajuda você a recuar e pensar objetivamente sobre os elementos-chave do seu negócio e informa sua tomada de decisão à medida que avança. É essencial se você precisa garantir um empréstimo comercial ou não. Lembre-se de que o plano não precisa ser como uma enciclopédia e não precisa ter todas as respostas.

Isso pode ajudá-lo a conseguir um financiamento

Os planos de negócios podem ajudá-lo a obter financiamento ou atrair novos parceiros de negócios. Ter um no lugar ajudará os investidores a se sentirem confiantes de que verão um retorno sobre seu investimento. Seu plano de negócios é a ferramenta que você usará para convencer outras pessoas de que trabalhar com você (ou investir em seus negócios) é uma decisão inteligente.

Lembre-se de que, se você estiver usando seu plano como uma verdadeira ferramenta de planejamento de negócios, não precisará esperar até ter todas as respostas para começar. Você pode criar um esboço de seu plano agora, preenchendo todas as informações que você tem neste momento e depois trabalhar nos espaços em branco à medida que aprender mais sobre o mercado. Esse tipo de documento fluido e flexível pode ser inestimável para um novo negócio.

4 fatos que comprovam que as novas empresas devem investir em marketing

É comum que empreendedores que estão no processo de abertura do seu negócio esqueçam de planejar um item extremamente importante: O investimento em marketing! Neste texto vamos mostrar porque as novas empresas devem investir em marketing desde o início das operações.

Muitos empreendedores preferem adiar o investimento em marketing para quando a empresa estiver estabilizada e com dinheiro sobrando. No entanto, a falta desse investimento já no início impede o pleno crescimento da empresa, diminuindo a sua competitividade no mercado.

Veja abaixo 4 fatos que comprovam que as novas empresas precisam investir em marketing para que consigam alcançar o sucesso no mundo do empreendedorismo:

Marketing expande a visibilidade

Começar um negócio do zero é um grande desafio para empreendedores. O caminho até o reconhecimento é extenso e com muitos empecilhos. Desse modo, devemos encontrar maneiras de encurtar esse caminho e garantir nosso espaço no mercado.

Devemos considerar fatores como:

  • Competitividade na área;
  • Concorrência;
  • Demanda pelo produto ou serviço;
  • Custos envolvidos no negócio;
  • Legislação;
  • Entre outros.

Se você tem um plano de negócio bem estruturado, provavelmente já sabe quais os desafios que sua empresa precisará enfrentar. Sendo assim, o investimento em marketing deve ser seu grande aliado, pois ele proporcionará maior visibilidade e mostrará o diferencial da sua empresa em relação a concorrência.

No início das atividades, poucas pessoas vão conhecer sua empresa e você terá poucos clientes. Dessa forma, um bom planejamento das ações de marketing fará com que sua empresa esteja na memória das pessoas como mais uma opção de produto ou serviço.

Marketing fortalece a marca

Há estudos que mostram que a maioria das empresas no Brasil sobrevive em média de dois a cinco anos no mercado. Para não cair nessa estatística negativa, empresas novas precisam a todo momento fortalecer sua marca e buscar expandir seu mercado.

E para ter uma marca forte e reconhecida, é preciso investir em itens como:

  • Identidade visual;
  • Criação de site;
  • Ações de marketing digital;
  • Materiais gráficos;
  • Propagandas para mídia;
  • Entre outros.

Tudo isso tem custo e você deve colocar esse investimento no planejamento de marketing do seu negócio. Contudo, esse conjunto de ações de marketing vai colaborar para que a empresa fortaleça sua marca, ganhe credibilidade e caminhe em direção a prosperidade.

Comunicação eficiente com seu público

O marketing é extremamente importante para que você consiga se comunicar com seu público de forma eficiente. De nada adianta a empresa fazer promoções, ter um produto genial e o público não saber da existência da empresa.

Por isso, investir em marketing é também criar estratégias para conversar com seu público, melhorando o relacionamento com os clientes atuais e futuros clientes.

Fidelização dos clientes

Alguns estudos mostram que cerca de 65% do faturamento de uma empresa são de clientes fidelizados. E aí vem um problema: Se minha empresa está iniciando, como conquistar e fidelizar clientes?

É nesse momento que sua empresa deve investir pesado em marketing. Assim, o marketing lhe ajudará num primeiro momento a chamar a atenção do público para a existência da sua empresa.

Posteriormente, seu o investimento em marketing deve mesclar entre a conquista de novos clientes e fidelização dos antigos. Ou seja, é um investimento que precisa estar no seu planejamento desde a abertura da empresa e continuar avançando à medida que a empresa cresce.

Por fim, o investimento em marketing será crucial para que sua empresa esteja sempre competitiva no mercado e alcance o sucesso em sua área de negócio!

A importância do planejamento logístico para quem vai abrir um negócio

Embora a palavra planejamento evoque na mente métodos rígidos de controle, essa etapa na logística envolve também o gerenciamento de processos de negócios. Ou seja, quem vai abrir um negócio precisa de um sistema para supervisionar o movimento das mercadorias, além de ter o controle sobre elas.

O planejamento logístico é importante, então, para supervisionar, analisar e implementar um fluxo de trabalho eficiente. Do ponto de criação ou produção até o ponto de consumo, o planejamento estabelece ações concretas para a boa execução do trabalho.

Dito isso, pensemos agora em um negócio que esteja prestes a abrir. Não é fácil encontrar soluções eficientes no primeiro momento, principalmente quando o gestor não tem experiência.

Portanto, vamos entender melhor por que o planejamento logístico é importante para as empresas que estão começando.

Obter métricas fundamentais

O planejamento logístico envolve diversas métricas que serão fundamentais para o gerenciamento futuro do negócio. O tempo de ciclo despendido na logística e o custo de todo o processo são exemplos de recursos excelentes obtidos pelo planejamento logístico.

Importância para a reputação do novo negócio

Os primeiros meses e anos de trabalho serão fundamentais para estabelecer uma imagem forte do negócio. O posicionamento tomado nesse período pode ser decisivo. Por isso, é fundamental adequar a logística nesse sentido.

O planejamento logístico precisa ser bem criterioso e estabelecido para que as entregas sejam feitas da maneira que foram planejadas. Dessa forma a marca se consolida no mercado como uma empresa eficiente, e demonstra para o público e para os concorrentes que possui razões para ser também confiável.

Competitividade

Outra dificuldade de quem vai abrir um negócio é a competitividade. As demandas são atendidas por outras empresas, e o público confia nessas marcas. Chegar disputando um espaço com quem já está consolidado é bastante complexo. A logística, nesse ponto, não deve ser vista como um desafio, mas como uma oportunidade.

Hoje em dia o consumidor está mais atento a todo o processo, da compra em um e-commerce à entrega pela transportadora. Pense, então, na logística como um diferencial para sua empresa. Por que não mostrar que o negócio é diferente, no sentido de ser melhor que a concorrência? Esse é um bom caminho para se destacar.

Redução de custos

O planejamento logístico de um negócio que está começando também é importante para a redução de custos. As primeiras operações vão demonstrar os gastos que o processo inteiro terá. Com isso você obterá novas informações que permitirão melhorar o planejamento, tendo em vista a economia.

Por exemplo: com o planejamento logístico é possível determinar a melhor rota de entrega. Você passa a conhecer o caminho mais curto, seguro e barato. Não só o dinheiro será economizado, mas também o tempo.

Outra redução de custo importante diz respeito às embalagens e os investimentos em mercadorias. Você consegue reduzir os tamanho dos produtos, sem reduzir a quantidade, poupando bastante espaço.

Cabe mencionar aqui também a importância de se estruturar os recursos em um sistema. O planejamento logístico sempre dependerá do modelo estruturado de negócios. Ou seja, será importante recorrer a uma organização, um fluxograma eficiente. De nada adianta estruturar um excelente planejamento sem uma contabilidade bem-feita, por exemplo.

Por isso, recomendamos fortemente a utilização de um sistema contábil. Dessa forma, você começa pelo princípio, que é a gestão eficiente do caixa.

Como um bom planejamento financeiro pode garantir a saúde da sua empresa

A saúde financeira da empresa é uma das principais preocupações de qualquer gestor. Afinal, lucro não é apenas o grande objetivo, mas o capital é essencial para a evolução e sobrevivência do negócio. Por esses motivos, o planejamento financeiro é essencial.

Este conceito envolve o controle completo das finanças do negócio, sendo uma forma de diagnosticar o estado dele. Então, se você quer garantir a saúde da sua empresa, confira porquê o planejamento financeiro é tão importante e algumas dicas de como fazê-lo.

Por que o planejamento financeiro é tão importante?

Ao fazer um planejamento financeiro, o gestor de uma empresa faz um controle de todos os gastos e entradas. Assim, fica claro o motivo pelo qual esta prática é tão importante: o gestor reúne informações valiosas. Em outras palavras, ele sabe exatamente quais são os gastos e entradas passadas e pode fazer projeções sobre o futuro.

Então, por exemplo, o gestor pode analisar suas contas e saber o quanto tem disponível para fazer certos investimentos. Enquanto isso é crucial, muitas empresas compram apenas por necessidade. Investem em máquinas, por exemplo, sem nenhuma certeza de que haverá verba para cobrir. Por isso, a empresa acaba tendo grandes problemas.

Resumidamente, o planejamento financeiro é essencial para que o gestor tenha informações precisas de como este recurso pode ser usado. Por outro lado, não ter esta preocupação é um risco.

Sem saber exatamente quais são as despesas, pode ser que exista um erro na precificação dos produtos e serviços, por exemplo. Outro problema comum é não haver um controle de recebimentos adequado.

Os problemas mais graves surgem quando a falta de planejamento financeiro afeta os aspectos mais básicos da empresa. Primeiramente, o capital de giro. Não ter o recurso para pagar as contas do dia a dia é um problema que leva à falência de muitas empresas.

Em seguida, existe a questão do próprio lucro. Afinal, este é o objetivo de toda empresa capitalista, mas como você sabe que está o alcançando sem um planejamento financeiro adequado?

Como fazer o planejamento financeiro?

Ficou claro que o planejamento financeiro tem dois grandes objetivos: fazer um diagnóstico do estado da empresa e trazer informações para a tomada de decisões. Porém, como fazê-lo de maneira adequada?

Em muitas empresas, especialmente as menores, isso ocorre de forma informal. Ou seja, o próprio gestor faz este controle e, durante um tempo, ele é o suficiente. Porém, conforme a empresa se estabelece no mercado e cresce, a complexidade das finanças também cresce.

O ideal é que, quando chegue este momento, o gestor tenha alguma forma de apoio para fazer o planejamento financeiro. Felizmente, no mercado atual, existem diversas opções. Ter um departamento interno de contabilidade é uma solução para empresas maiores, nem sempre vale o custo.

Por outro lado, ter uma contabilidade terceirizada e um software de gestão financeira ajudam a fazer este controle. Implementar estas soluções é uma forma de fazer o planejamento financeiro, com um bom custo-benefício.

Então, para concluir, vale a pena fazer o planejamento financeiro para alcançar os seguintes objetivos:

  • Reduzir custos;
  • Aumentar os rendimentos;
  • Evitar erros, tanto de gestão financeira, como de fiscalização;
  • Ter a capacidade para lidar com emergências;
  • Tomar decisões com mais propriedade.

Portanto, se você ainda não tem um planejamento financeiro mais sofisticado na sua empresa, estes objetivos mostram como esta prática pode valer a pena.

A importância da contabilidade no processo de abertura de empresas

Ao começar a abrir uma empresa, o gestor tem várias preocupações de diferentes tipos, como qual o melhor equipamento tecnológico comprar ou qual a melhor localização para o seu negócio.

No entanto, deve ter em mente que a Contabilidade é muito importante nesta fase. Por isso, deve se preocupar com ela.

Escritório de Contabilidade ou um contador profissional são fundamentais para qualquer empresa. Eles são aqueles que vão cuidar de todas as questões financeiras e tributárias para a abertura, além de ajudar na tomada das melhores decisões para que o negócio se desenvolva.

No momento da abertura de uma empresa, a Contabilidade se torna imprescindível. O profissional do ramo vai ajudar o empreendedor a entender as tributações, verificar quais tipos de documentos são necessários, qual o posicionamento que o negócio pode tomar assim que for aberto e qual o seu direcionamento para alcançar o caminho certo.

Contabilidade na abertura de empresas

É muito comum que as pessoas acreditem que a contratação de um contador só se faz necessária para cuidar das contas da empresa que já está aberta.

No entanto, ele também pode ajudar na abertura, na manutenção e no encerramento das organizações. Segundo o Conselho Regional de Contabilidade (CRC), está estabelecido que todos os negócios necessitam de acompanhamento e da contabilização da sua movimentação, por meio de um contador registrado.

Hoje, o processo de abertura de uma empresa está mais simplificado. Mesmo assim, as burocracias existentes no processo ainda são muito preocupantes, com a necessidade de se seguir estritamente as leis e normas específicas.

Com uma Contabilidade bem estruturada, o empreendedor poderá garantir que a abertura de sua empresa prospere, pois todos os seus dados e documentação estarão em dia.

A Contabilidade pode ajudar a partir do momento da escolha do formato ideal de seu empreendimento. Ela avalia o que você vai realizar, qual a previsão de faturamento e quais as burocracias existentes que podem influenciar nas decisões do empreendedor.

O profissional de Contabilidade tem competência para fazer com que não aconteçam erros que custem muito dinheiro para o empreendedor, além de atrasar a abertura do negócio. Ele está acostumado com todo o processo e sabe muito bem como guiar o novo gestor para alcançar a eficiência.

Contabilidade como aliada

A Contabilidade será como um filtro para que as decisões mais complexas que um empreendedor precise tomar ao abrir seu negócio sejam feitas de forma inteligente.

Um contador ao lado do gestor na hora da abertura do empreendimento ajudará a lidar com o excesso de papelada. Ele mostrará como funcionam os trâmites em órgãos públicos e como evitar erros em documentação, para não atrapalhar a abertura do negócio.

Com uma Contabilidade Ativa, dentro do seu negócio ou terceirizada, o empreendedor pode sempre tirar as dúvidas que apareçam. O contador ajudará a guiar suas decisões por meio do caminho certo.

Por isso, caso você esteja pensando em abrir o seu negócio, dê importância ao trabalho da Contabilidade. Ela é uma das partes importantes para que seu empreendimento cresça e tome forma.