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O que podemos tirar de lição do Coronavírus até o momento

Já que estamos sendo forçados a parar, então por que não aproveitar deste momento para refletir sobre o que podemos mudar?

Já estávamos começando a deixar de usar o termo crise em nosso vocabulário, especialmente no mundo corporativo. De forma inesperada, surge um novo contexto: o Coronavírus ou tecnicamente conhecido como Covid-19, que tem impactado globalmente milhões de pessoas e empresas. Nesse cenário caótico, faz-se necessário, mais do que nunca, que as lideranças coloquem em prática os soft skills, ou seja, competências e habilidades, como resiliência, planejamento, gestão de crise, comunicação e, sobretudo, tomada de decisão. O desafio é preservar tanto os profissionais quanto o negócio e toda a população.

Assim, é preciso agir de forma eficiente e rápida, para que os impactos não sejam maiores. Neste momento, o nível de consciência tende a subir, pois é fundamental cuidar do principal ativo das organizações, as pessoas, porém sem paralisar totalmente a empresa, uma vez que tais líderes também serão cobrados pela entrega de resultados e pelas demandas dos clientes. Uma missão bastante árdua, em meio a um panorama em que a principal estratégia no combate à propagação do vírus é a redução drástica da circulação de pessoas, com a suspensão das atividades de diversos setores, por iniciativa dos líderes ou por decretos governamentais.

Entretanto, muitas empresas não podem parar totalmente, ainda que se torne necessário manter os funcionários trabalhando no modelo home-office. E é importante lembrar que boa parte desses colaboradores sequer experimentou essa modalidade, sendo algo novo e, por isso, desafiador. Estar em casa, juntamente com outros membros da família, possibilita diversas distrações que podem consumir a agenda, jogando a produtividade no chão. Dessa forma, é essencial criar estratégias e orientações, desde acordar no mesmo horário usual, manter a concentração e o foco nas demandas que devem ser entregues, com assertividade.

Além disso, eventos cancelados, casamentos adiados, suspensão de aulas em escolas e universidades, fechamento de fronteiras é a realidade que vivenciamos e vivenciaremos por semanas – ou talvez meses. E, claro, todas as cadeias produtivas da nossa economia serão impactadas e até mesmo repensadas. Mais do que nunca, adaptação e flexibilidade são extremamente importantes.

Outro grande desafio desse contexto é o fato de nós, que sempre vivemos em sociedade, sermos obrigados, por razões óbvias, a nos isolar. Por enquanto, a ordem do dia é se recolher e não se expor nas ruas ou demais estabelecimentos. A sensação de fragilidade, vulnerabilidade e impotência toma conta das pessoas, sem diferenciar idade, cultura, raça ou religião. Já não é mais um problema deste ou daquele país, mas algo generalizado, o que mostra que estamos todos no mesmo barco: ricos, pobres, letrados ou não estão sendo enterrados ao redor do mundo. Dessa forma, o momento atual traz a oportunidade de expandir nossa mente, exercitar o altruísmo e se preocupar com o bem de todos os seres, próximos de nós ou não.

Nesse contexto, entendemos que nossas ações refletem positivamente ou não no todo. Fazendo uma análise quanto aos brasileiros, somos calorosos, e ajudar faz parte do nosso DNA. A cada momento, aumenta a empatia, seja no apoio aos idosos com as compras nos supermercados ou farmácias para que eles não estejam expostos, seja nas empresas que liberam gratuitamente o acesso a treinamentos, livros e outros temas à população que está enclausurada em seus lares.

Portanto, assim como no ambiente corporativo, é preciso ter um trabalho integrado em nossa sociedade, atuando de forma multidisciplinar e em time. Só com o esforço de todos, veremos a melhora dos resultados. Essa talvez seja a principal lição neste momento. A vida – tanto no âmbito profissional quanto pessoal – é imprevisível. É preciso sempre agir com coerência, ética, agilidade e equilíbrio.

É oportuno, ainda, usar essa perspectiva para repensar nossas ações e o impacto de nossas decisões dentro das organizações ou na esfera pessoal. Já que estamos sendo forçados a parar, então por que não aproveitar deste momento para refletir sobre o que podemos mudar? O que podemos transformar, primeiramente, em nós, para que, depois, possamos impactar as mudanças, sejam elas nas empresas ou mesmo nas pessoas com as quais lidamos no dia a dia?

 

Fonte: https://administradores.com.br/

Saiba o essencial sobre direito trabalhista para evitar problemas

Se você é empreendedor há pouco tempo ou pretende começar um negócio em breve, é fundamental que conheça o básico do direito trabalhista para que sua empresa sempre ande dentro da lei e seus funcionários tenham todos os direitos e deveres garantidos.

Além disso, conhecer o Direito do Trabalho evita sérios problemas, como ações movidas por ex-funcionários, cada vez mais comuns.

O que é Direito Trabalhista?

O Direito do Trabalho, resumidamente, é o conjunto das normas que regulamentam as atribuições e relações trabalhistas.

Entre as normas mais comuns estão:

• Décimo terceiro salário;

• Férias;

• Jornada de trabalho;

• Carteira assinada.

13º salário

Segundo o art. 7º, inc. VIII, da Constituição Federal, os colaboradores têm direito ao 13º salário. O valor dele é proporcional ao tempo trabalhado ao longo do ano. Vale lembrar que esse valor pode ser parcelado em até duas vezes. Mas, obrigatoriamente, a primeira parcela precisa ser paga quando o trabalhador tira férias ou até novembro. Já a segunda, precisa ser depositada até dia 20 de dezembro.

Por exemplo: caso o colaborador tenha entrado na empresa durante o ano e trabalhou seis meses, o valor será do honorário recebido, dividido por 12 e multiplicado por cinco.

Férias

Todo colaborador tem direito a 30 dias de férias remuneradas após 12 meses de trabalho. O empregador é o encarregado de marcar as férias dentro do prazo de, também, 12 meses. Esse período é chamado de aquisitivo.

No entanto, caso as férias não sejam agendadas nesse prazo, o empregador é obrigado a dobrar a remuneração que será paga nas férias.

Jornada de Trabalho

O art. 7º, XIII da Constituição Federal e o art. 58 da Consolidação das Leis de Trabalho especificam as normas que regulamentam a jornada de trabalho de um colaborador, ou seja, quantas horas serão trabalhadas. O limite diário são oito horas trabalhadas por dia e 44 por semana. Contudo, resguardado por convenção coletiva de trabalho, o colaborador pode compensar e remanejar essas horas de alguma forma.

Uma dessas formas de flexibilidade é a jornada de 12 horas com descanso de 36 horas. Nesse caso, também é necessário que o somatório semanal seja de 44 ou 48 horas. Vale lembrar que intervalos de almoço e/ou descanso não contam como horas trabalhadas.

Carteira assinada

No ato da contratação, o empregador deve pegar a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) do colaborador e devolvê-la em até dois dias com os dados do empregador, cargo ocupado pelo colaborador, data de admissão e valor do salário preenchidos.

Caso a contratação não seja definitiva, o empregador tem a opção de firmar um “contrato de experiência”. Nele, o vínculo entre empregador e empregado é de 90 dias, com possibilidade de prorrogação por mais dois períodos de 45 dias. Contudo, esse contrato deve constar na área de “anotações gerais”.

Agora que você já conhece os aspectos básicos do Direito do Trabalho, continue lendo nossos posts do blog para ficar ainda mais por dentro do assunto. Em caso de mais dúvidas, entre em contato com a gente.

Por que você deve utilizar software de controle financeiro em sua empresa

Na hora de abrir um novo negócio, é fundamental definir um plano de gestão financeira prático e eficaz, que auxilie o empreendedor na análise e no controle de suas contas. Reunir as informações sobre os lucros e despesas da empresa em um só lugar é o primeiro passo para assegurar bons resultados e sua consolidação no mercado.

Uma das melhores estratégias quando falamos em gestão financeira, principalmente no caso de startups, ainda em fase de testes e incertezas, é o uso de softwares de controle de dados.

Essas ferramentas permitem o acesso mais organizado, simples e seguro das mais importantes informações sobre a saúde financeira do negócio.

Entenda a seguir, as principais vantagens do uso desse tipo de tecnologia na gestão de sua empresa:

Informação centralizada e visual

por que você deve utilizar software de controle financeiro em sua empresa
 

Um dos maiores problemas encontrados nas micro e pequenas empresas está na distribuição difusa das informações entre seus diferentes setores.

Além de tomar um tempo precioso dos funcionários para que essas informações sejam devidamente filtradas e separadas, a desorganização pode gerar ruídos graves para a Contabilidade, representando sérios riscos para o desenvolvimento sustentável do negócio.

Com o uso dos softwares de controle financeiro, os dados são dispostos em um sistema único e de fácil acesso para todos. No lugar de múltiplos bancos de dados, o programa gera listas e tabelas visualmente organizadas e reunidas em um só local, que poderão ser conferidas por todos os colaboradores da empresa ao mesmo tempo e de maneira segura.

A organização visual dos fluxos de caixa, relatórios de desempenho e demais informações contábeis ajudam o pequeno e médio empresário a compreender melhor as dores da empresa e quais serão as possíveis estratégias futuras mais assertivas a seguir.

Por meio de fluxogramas ou outros dispositivos visuais oferecidos por esse tipo de programa, cada etapa da gestão torna-se mais claramente sinalizada e operacional.

Automatização de etapas

Hoje em dia, não há nada que funcione mais a favor das empresas do que o uso da tecnologia em seus processos. Automatizar etapas como a elaboração de relatórios economiza tempo e dinheiro, uma vez que essas atividades são efetuadas pelo próprio sistema dos softwares.

A empresa economiza no número de funcionários e os colaboradores não precisam se ocupar de determinadas funções, agilizando sua rotina de trabalho.

Além disso, o uso de um sistema automatizado de controle financeiro ajuda a Contabilidade a manter-se em dia com os pagamentos, uma vez que esses programas oferecem filtros, como data e categoria de cada conta a pagar e alertas que ajudam a lembrar sobre vencimentos próximos.

Os softwares ainda podem gerar de maneira mais rápida e precisa os relatórios de desempenho de um determinado setor ou produto, informação valiosa para o planejamento estratégico da empresa, além de atualizar regularmente o fluxo de estoque e de caixa.

Estes são apenas alguns dos benefícios que o uso de softwares de controle financeiro trará para o seu negócio. Gerar e armazenar conteúdo de forma prática, segura e centralizada pode ser a chave para o desenvolvimento de um plano de negócios de sucesso.

5 dicas para usar o WhatsApp no trabalho remoto

Para manter os funcionários informados sobre as principais notícias e atualizações da empresa, faça com que um administrador crie um grupo “somente comunicados”

Com a propagação do COVID-19, muitas empresas já estão adotando o trabalho remoto nas próximas semanas. Embora cada empresa precise tomar a decisão certa, os negócios precisam de meios simples para que seus funcionários mantenham contato para tocar projetos, apoiar uns aos outros e manter a produtividade. O WhatsApp facilita que as equipes se comuniquem rapidamente entre si, em grupos de até 256 pessoas, usando os dispositivos que as pessoas já possuem. Equipes espalhadas por diferentes países, por exemplo, podem se conectar por meio do WhatsApp sem custo de chamadas internacionais e taxas de mensagens de texto. Confira algumas dicas para o uso do WhatsApp no home office:

Forneça a todos o mesmo catálogo de contatos

Trabalhe com sua equipe de TI para fornecer um catálogo de contatos completos, incluindo números de telefone com códigos de países, para todos em seu escritório. Depois que esses contatos forem carregados no dispositivo de todos, as contas aparecerão imediatamente no WhatsApp. Não há necessidade de desenvolver ou manter logins.

Use o WhatsApp Web ou Desktop

Incentive os funcionários a baixar o WhatsApp Desktop ou use o WhatsApp Web para enviar mensagens de seus computadores. Assim como a versão do aplicativo para celulares, é grátis para baixar e usar.

Separe os comunicados das conversas

Para manter os funcionários informados sobre as principais notícias e atualizações da empresa, faça com que um administrador crie um grupo “somente comunicados” para sua empresa. Com esse tipo de grupo, os administradores podem fornecer informações úteis para todos. Use um segundo grupo para conversas.

Use grupos para equipes pequenas

Os grupos no WhatsApp são meios de compartilhar ideias, obter atualizações e retornos mais rápidos, colaborar em um projeto e responder a perguntas em tempo real. O recurso de respostas simplifica a recuperação de uma mensagem anterior, que você pode ter perdido durante uma reunião ou concentrado em uma tarefa.

Faça chamadas em grupo ou em vídeo para reuniões

Uma sincronização rápida com a equipe, uma decisão imediata, contato com alguém de um escritório internacional, tudo isso pode ser rapidamente resolvido por meio de uma chamada de voz em grupo do WhatsApp com até quatro participantes. Para reuniões individuais, a vídeo chamada no WhatsApp pode ser uma solução eficiente.

Fonte: https://administradores.com.br/

5 dúvidas comuns sobre a malha fina do Imposto de Renda

Um simples erro na hora de declarar pode causar dor de cabeça para o contribuinte

Declarar o Imposto de Renda pode causar desespero em alguns e procrastinação em outros. É preciso ter bastante atenção na hora de preencher o documento para não cair na malha fina. Elisa Mayumi, Especialista em Tributos que atende pelo GetNinjas, plataforma de contratação de serviços da América Latina, esclarece as questões mais populares sobre o assunto:

1. O que é a malha fina?

Para analisar a Declaração do Imposto de Renda, a Receita Federal cruza informações prestadas por outras entidades com os dados fornecidos pelo contribuinte. Se é detectada alguma inconsistência que motive uma verificação mais apurada, o Governo pode chamá-lo a prestar esclarecimentos. Essa análise mais apurada é a famosa malha fina. Nestes casos, o contribuinte fica impossibilitado de receber a restituição do imposto até a resolução da pendência.

2. Quando uma pessoa cai na malha fina?

Qualquer informação incorreta ou omitida na Declaração pode se tornar alvo da malha fina. Exemplos: omissão na renda de dependentes, ou da própria renda; lançar os mesmos dependentes quando a declaração é feita em separado pelos cônjuges ou companheiros; informar dependentes sem ter a relação de dependência; deixar de informar os rendimentos de aluguel recebidos durante o ano; não preencher a ficha de ganhos de capital, no caso de alienações de bens e direitos; incluir despesas de educação que não são dedutíveis, entre outros.

3. O que fazer para não cair na malha fina?

A melhor maneira de evitar a malha fina é fazer a declaração de forma correta e com antecedência, guardando os documentos comprobatórios durante pelo menos 5 anos. O contribuinte pode acompanhar a situação pelo extrato da declaração do imposto de renda “A Receita disponibiliza um extrato de todas as declarações”, aconselha a especialista.

4. O que fazer quando cair na malha fina?

Caso o contribuinte seja alvo da malha fina, é preciso fazer a retificação da Declaração do Imposto de Renda junto à Receita Federal. Porém, descobrir qual a inconsistência ou equívoco na própria declaração pode ser tarefa difícil, devido ao conhecimento técnico exigido. Neste caso, é melhor procurar um profissional qualificado para lhe auxiliar ou comparecer ao atendimento diretamente na Receita Federal.

5. De que forma malha fina prejudica as pessoas?

“Na verdade, a malha fina é uma oportunidade que a Receita oferece para a pessoa corrigir o erro, pois, dependendo da situação, a inconsistência pode ser sanada apenas com a retificação da Declaração”, explica Elisa. Caso o contribuinte ignore a exigência da Receita, e fique constatado que realmente houve erro ou omissão de informações que resultem em mais imposto a pagar, o contribuinte autuado está sujeito a uma multa que varia de 37,5% a 225% do valor devido mais Selic do período.

Fonte: https://administradores.com.br/

Aprenda por onde começar a análise do mercado onde sua empresa está inserida

Desenvolver a análise de mercado no ambiente no qual a sua empresa está inserida é fundamental para garantir que ela conheça a realidade que está enfrentando e, com base nisso, pense em soluções que façam com que se destaque no mercado, vencendo a concorrência.

Ciente de que muitos gestores têm dificuldade com relação à elaboração da análise de mercado, não sabendo por onde começar, montamos este conteúdo para apresentar algumas dicas quem pode ajudá-lo. Confira:

Como fazer uma boa análise de mercado

No geral, podemos dizer que uma boa análise de mercado envolve avaliar os principais fatores que podem, direta ou indiretamente, influenciar os seus negócios.

Analisar cada fator que pode influenciar o seu negócio garante ao seu empreendimento uma visão holística em relação ao mercado ou setor que atua. Veja quais fatores você precisa levar em conta nesse processo:

Mercado consumidor

São os consumidores a base de um negócio. Isso por um motivo muito simples: são eles que geram a receita da empresa, fazendo com que se desenvolva, desde que, é claro, invista de forma inteligente o seu capital.

Assim sendo, podemos dizer que esse é um fator que pode influenciar os negócios de uma empresa.

Analisar o mercado é também analisar o seu consumidor, definindo quem é:

– Idade;

– Escolaridade;

– Ocupação profissional;

– Entre outras informações que contribuam para que forme o perfil do seu cliente ou potencial cliente.

Uma forma de definir o perfil do seu consumidor, ou potencial consumidor, é criando uma persona, que é um perfil fictício, o qual pode ser utilizado pela sua marca no processo de elaboração de estratégias de relacionamento, comunicação e Marketing.

Foque na concorrência

Uma boa análise de mercado também considera a concorrência. Na verdade, esse é o principal fator que deve ser observado na análise de mercado.

Analisar a concorrência é uma forma de verificar, por exemplo, quantas empresas existem, que fornecem as mesmas soluções que você, no local onde a sua atua.

Além disso, deve-se também considerar o comportamento da concorrência no mercado, como ações adotadas, estratégias e quaisquer outras informações que possam ajudar a sua organização a melhor se destacar.

Muitas vezes, quando analisamos a concorrência, saímos desse processo com diversas ideias criativas e inovadoras, capazes de garantir o destaque da marca.

Levantamento de fornecedores

O fornecedor é uma peça-chave no processo de funcionamento de uma empresa, considerando o papel que desempenha, no que diz respeito ao suprimento de mercadorias.

Assim sendo, na análise de mercado, considere fazer um levantamento de fornecedores, com o objetivo de encontrar os melhores preços e produtos.

É uma forma inteligente de levar o melhor produto por um preço diferenciado.

Agora que sabe como ou por onde iniciar uma boa análise de mercado na área em que a sua empresa atua, coloque as nossas dicas em prática, e veja como a sua organização poderá se desenvolver mais.

Para ler outros conteúdos como este, não deixe de acessar nosso blog. Combinado? Estamos sempre compartilhando artigos que podem enriquecer mais os seus conhecimentos.

3 Dicas para você Montar um Planejamento Estrategico para o Seu Negocio

3 dicas para você montar um planejamento estratégico para o seu negócio

Qualquer empresa, independentemente do setor em que atua e do porte, deve investir em um planejamento estratégico eficiente para que a empresa atinja o seu sucesso de forma mais rápida e assertiva. Com o planejamento estratégico, definem-se os objetivos da empresa, metas e como serão feitas as atividades para alcançá-las.

Para isso, uma equipe deve ser designada para elaborar um plano minucioso para a empresa como um todo, levando em conta alguns aspectos importantes como análise macro e microambiental, definição de metas , objetivos, entre outros. Só assim um planejamento pode ser feito com base em dados concretos e reais, a fim de traçar estratégias para aumentar a produtividade, melhorar o atendimento ao cliente, aprimorar produtos/serviços, aprimorar o controle financeiro da empresa e muito mais.

É de suma importância que haja uma execução adequada para que o planejamento estratégico não tenha sido em vão. De nada adianta elaborar um plano completo e detalhado, se a execução não condiz com o mesmo.

Apesar de o planejamento estratégico ter sua necessidade reconhecida por grande parte dos empresários e gestores, muitos não sabem por onde começar ou quais são os melhores caminhos a serem tomados. Por isso, separamos algumas dicas para você montar um planejamento eficiente para o seu negócio.

Alinhe seu planejamento

Antes de definir aonde a sua empresa quer chegar, como e quando é preciso entender quem, de fato, é a sua empresa e quais são as suas demandas no momento. Por isso, comece alinhando o seu planejamento com a definição de missão, visão e os valores da empresa. A definição desses três fatores (MVV) deve ser clara e muito bem definida, para que o planejamento siga essas políticas.

Estabeleça aonde quer chegar

Tomando como base o MVV da sua empresa, é preciso saber aonde ela quer chegar, ou seja, quais são os objetivos e metas. Os objetivos são aqueles que serão conquistados em longo prazo, ou seja, o destino final aonde a empresa quer chegar. Já as metas são realizáveis em curto prazo, por isso devem ser mais específicas e mensuráveis.

Leve em consideração as oportunidades que a empresa pode aproveitar, através de uma análise do seu público-alvo e do mercado de atuação. Isso ajuda a definir melhor as suas metas. Por isso, em meio a esse processo de planejamento estratégico, conhecer o seu cliente é um dos passos mais importantes.

Analise o macro e o microambiente

Analisar o setor em que atua é extremamente importante para o seu planejamento. A análise macroambiental diz respeito às forças ambientais externas a empresa, aos quais a mesma não tem controle, mas que podem interferir fortemente na empresa em qualquer período. Por isso, devem ser monitoradas para um planejamento preventivo. Exemplos dessas forças, temos: políticas, legislativas, econômicas, socioculturais, demográficas, tecnológicas, naturais etc.

Já a análise microambiental também é fundamental para entender o ambiente interno da empresa, ou seja, uma pesquisa que leva em consideração todas as variáveis internas sofridas pelo negócio, como os fornecedores, os intermediários, os clientes, os concorrentes, os públicos, o ambiente demográfico, as questões econômicas (contabilidade) etc.

É preciso se aprofundar em ambas as análises para traçar uma planejamento estratégico eficaz para driblar ameaças, reforçar pontos positivos e trabalhar de acordo com a realidade interna e externa do negócio.

Saiba os Principais Documentos necessário para Abrir Uma Empresa

Saiba os principais documentos necessário para abrir uma empresa

Abrir uma empresa é o principal sonho de muitas pessoas. No entanto, o projeto acaba não sendo executado por conta das burocracias envolvidas para iniciar um negócio. Isso se dá porque, no Brasil, os estilos de empreendimento são muitos e pode causar certa confusão ao futuro empresário. Então, saiba agora quais são os documentos necessários para isso, e não deixe o desânimo tomar conta.

Gastos fixos e documentação

Antes mesmo de reunir a documentação exigida, analise os gastos fixos, como: aluguel de local ou equipamentos, contas a pagar e afins. Partindo deste princípio, a papelada burocrática será o menor dos problemas para o empreendedor. Assim, com todas as contas fixas contabilizadas, você pode dedicar seu tempo a organizar os documentos, sendo eles:

• Contrato social: contendo o tipo de atividade prestada pela empresa, e se existem sócios;

• Registro na junta comercial: o passo que facilita a obtenção do CNPJ, que é o documento mais importante para a abertura de um negócio próprio;

• Alvarás: caso a empresa exista em ambiente físico. Para a circulação de funcionários ou clientes, é de extrema importância a obtenção de alvarás – documento que comprova as boas condições do local;

• Inscrição estadual: para o comércio, a inscrição estadual é obrigatória. Este documento permite a regularização do negócio em relação ao ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços;

• Licenças: as licenças são permissões adquiridas para se comercializar determinado serviço ou produto. É importante verificar a necessidade de licenças na prefeitura de cada município.

Dicas para abrir o seu próprio negócio

Em primeiro lugar, é essencial que a empresa seja relevante para o público escolhido. Ou seja, o estudo de mercado deve ser priorizado para direcionar o negócio. Tome nota do tipo de público consumidor, o que oferece seus possíveis concorrentes, e qual será o seu diferencial frente ao mercado.

Entenda o que necessita cada tipo de público e, principalmente, saiba tudo sobre o seu produto ou serviço ofertado, como: qualidade, durabilidade, gasto e prazo de produção, trocas, garantias, entregas, e atendimento. Em suma, conheça detalhadamente todos os processos do que pretende vender.

Em segundo lugar, liste ferramentas que possam agregar valor ao seu negócio. Por exemplo, as redes sociais, que oferecem: uso gratuito, fácil acesso, altíssimo alcance de público e facilidade de atualização. Em outras palavras, o próprio empresário consegue alavancar suas vendas utilizando as ferramentas on-line.

Em terceiro lugar, não ignore os gastos, por menores que sejam. Tudo deve ser anotado e contabilizado, para que a empresa permaneça em equilíbrio com suas finanças. Por isso, é preferível investir com capital destinado somente ao negócio. Isso ajuda a evitar maiores dores de cabeça ao deparar-se com eventuais prejuízos e imprevistos.

Em conclusão, é fundamental que o empresário tenha disposição, iniciativa e criatividade para dar início ao processo. Após a regularização dos documentos solicitados, a empresa estará pronta para ser administrada. Portanto, não se deixe levar pelo medo da burocracia, pois é possível empreender e obter sucesso, sendo você seu próprio chefe.

3 coisas que você deve saber antes de abrir um negócio

Hoje em dia, está cada vez maior o número de pessoas que pensa em largar seu emprego e seguir seu sonho, abrindo uma empresa e se tornando seu próprio chefe. De fato, abrir o próprio negócio é um sonho muito tentador, principalmente porque todos queremos investir nossas energias em algo que tenha valor para nós. Mas é preciso ter algumas coisas em mente antes de se jogar nessa empreitada.

Em 2019, uma pesquisa do IBGE verificou que 6 em cada 10 empresas fecharam em até cinco anos de atividade. Com certeza, esse número seria bem menor se os novos empresários tomassem certas precauções.

Para ter verdadeiras chances de sucesso e se destacar no mercado, o empreendedor precisa ter as possíveis dificuldades em mente para poder se preparar e estabelecer planos de ação com prontidão.

Para te ajudar nessa empreitada, listamos 3 coisas que você precisa saber antes de abrir um negócio.

1. Não será fácil

Não estamos tentando te desanimar com esse tópico e nem estamos dizendo que seu empreendimento será impossível. Mas é preciso ter em mente que são necessárias certas habilidades para ser um empreendedor de sucesso.

Por isso, veja a lista abaixo e reflita se você tem essas habilidades ou mesmo se está disposto a desenvolvê-las.

  • Alta tolerância ao risco – mesmo que você adentre um mercado mais estável e seguro, em algum momento terá que fazer escolhas que trarão risco à sua empresa. Você está disposto a fazê-lo?
  • Resistência à pressão – você será o maior responsável por sua empresa e seus resultados e provavelmente também será responsável por manter seus empregados motivados.
  • Boa visão de negócio e capacidade de tomar decisões.
  • Boa capacidade de comunicação.

Lembre-se de que você não precisa estar 100% preparado em todas as áreas, mas precisa estar disposto a aprender e a se desenvolver continuamente se quiser abrir um negócio de sucesso.

Para isso, existem diversos cursos preparatórios que você pode fazer antes de começar seu empreendimento – cursos como oratória, administração, marketing etc –, e durante também.

É preciso conhecer bem o mercado que você pretende adentrar

Se você já escolheu o segmento em que pretende atuar, saiba que é preciso conhecer bem o mercado escolhido para aumentar suas chances de sucesso.

Assim, faça um estudo rigoroso de mercado tendo principalmente os seguintes pontos em mente:

  • Concorrentes diretos e indiretos: conheça os preços praticados e serviços oferecidos por seus concorrentes. Isso irá te ajudar a saber como se diferenciar e se destacar no mercado;
  • Ferramentas: saiba quais são as ferramentas (digitais ou não) utilizadas pela concorrência e por seu público-alvo;
  • Público-alvo: conheça o seu público-alvo – descubra suas necessidades (e pense em soluções reais e diferenciadas para elas) e preferências.

Os primeiros meses tendem a ser os mais difíceis financeiramente

É sabido que os primeiros meses tendem a ser mais difíceis para os novos empreendimentos. Isso porque, no começo, a lucratividade pode não ser alta, podem ocorrer gastos inesperados e são necessários investimentos iniciais (como decoração, compra de equipamentos e materiais, etc).

Assim, listamos algumas dicas preciosas para esse período mais desafiador do seu negócio:

  • Conheça de antemão os custos do seu negócio (e se prepare para eles);
  • Tenha uma reserva de emergência;
  • Separe as finanças da empresa das finanças pessoais (defina um salário para os sócios da empresa);
  • Leve em consideração a carga tributária (Dica: lembre-se de que pequenos empresários obtêm benefícios por meio do Simples Nacional).

Com essas dicas, esperamos que você tenha muito sucesso ao abrir seu negócio e esteja preparado para enfrentar quaisquer dificuldades ao abrir a própria empresa.

Cinco passos para quem quer adotar inovação em sua empresa

Etapas ajudam os empreendedores a conceber, gerar e implementar um plano de inovação

A inovação, de uma maneira geral, é associada a grandes empresas, que possuem estrutura, processos sistematizados e recursos para investir em tecnologia para geração de novos produtos e serviços.

Assim, a maioria dos empresários donos de pequenos negócios acredita que na realidade em que atuam, inovar é muito difícil porque as equipes são pequenas e os recursos estão totalmente direcionados para o negócio atual, além do alto valor de investimento.

As cinco etapas apresentadas pelo Sebrae ajudam os empreendedores a conceber, gerar e implementar um plano de inovação. Mas, para que isso aconteça, um requisito é que a empresa esteja motivada para inovar, ou seja, de nada adianta ter um método se o empreendedor não o colocar como prioridade.

Fase 1: Estou preparado para inovar?

O objetivo dessa fase é fazer com que a equipe (o envolvimento do time é essencial) da empresa reflita sobre suas práticas de inovação e os resultados alcançados até o momento. Além disso, a empresa precisa refletir sobre problemas de seus clientes ou potenciais clientes que podem ser oportunidades para inovar. Ao final dessa fase, a empresa terá consciência do seu estágio e a infraestrutura disponível para inovar.

Fase 2: Em que inovar?

Durante essa fase, a empresa avalia e valida qual é a oportunidade de inovação que pode trazer maiores resultados, com base nos problemas que foram elencados com a equipe na Fase 1 e definirá aquele que tem maior mercado e que entregará maior valor ao cliente.

É importante conhecer bem o seu cliente (ou potencial cliente) para entender ou identificar qual o problema/necessidade que ele enfrenta ou precisa resolver. Quanto melhor for a solução encontrada, maiores serão os ganhos. É importante lembrar que existem vários problemas a serem resolvidos, mas poucos são economicamente interessantes.

É neste momento também que a empresa precisa ir para rua (mercado) e conversar com clientes para validar o problema. Essa fase é esquecida por muitos empreendedores, o que reduz drasticamente a chance de sucesso do lançamento do novo produto, processo ou modelo de negócio, o que causa frustração e desperdício de recursos. Ao final dessa fase, a empresa terá um problema validado.

Fase 3: Qual é a solução?

Uma vez identificado o foco da inovação (problema validado), o próximo passo é estruturar uma solução inovadora que atenda ao que o cliente está tentando fazer e não consegue, cuja oportunidade foi identificada na fase anterior.

É importante desenvolver ideias de como resolvê-lo de forma inovadora: qual a melhor oferta a ser feita ao mercado? Quais as melhores tecnologias? Quais tipos de inovação posso explorar para resolver o problema? Quem já está fazendo algo semelhante? Na fase ideação, temos sempre dois momentos: um de ideias livres (divergente) e, depois, uma seleção das melhores ideias (convergente).

Fase 4: Qual é o modelo de negócios?

O objetivo desta fase é que a empresa desenvolva um modelo de negócio viável, replicável e sustentável para a solução proposta na fase anterior. A empresa deve ser capaz de capturar valor a partir da inovação e estimar custos e receitas.

Neste momento, já será possível definir a proposta de valor, segmentos de clientes e como será o relacionamento com eles, canais que serão utilizados na divulgação e comercialização da solução, parceiros e atividades importantes no desenvolvimento, estimativa de receita e custos do projeto.

Para finalizar, a empresa deve criar um plano de ação para a implementação, que deverá conter: prazo para execução, atividades, recursos necessários, identificação de responsáveis e principalmente os resultados a serem alcançados.

Fase 5: Estou atento às oportunidade?

O empreendedor precisa compreender que o processo de inovação é contínuo, por isso é preciso estar atento às oportunidades. Importante lembrar que os empresários podem contar com o Sebrae para alcançar esse objetivo de modo mais rápido e eficiente.

Fonte: https://revistapegn.globo.com/